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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Intolerância ao glúten pode ser mais comum do que se imagina, dizem especialistas Por Cristina Almeida Especial para o UOL Ciência e Saúde

 Muito interessante essa matéria sobre Intolerância ao glúten, vale a pena conferir!

Na próxima vez em que sentir preguiça de preparar uma refeição com ingredientes frescos e variados, pense duas vezes. O consumo exagerado de pães, massas, lanches e comidas prontas tem sido considerado o gatilho de uma reação orgânica classificada como "alergia alimentar tardia", também conhecida como intolerância, sensibilidade ou alergia escondida. O principal vilão, nesse caso, seria o glúten, uma proteína encontrada no trigo, na cevada e no centeio. A intolerância ao componente pode afetar a saúde e, segundo especialistas, o problema é mais comum do que se imagina.
Os sintomas da sensibilidade ao glúten incluem diarreia ou prisão de ventre, anemia, osteopenia, rinite, sinusite, alterações na pele, doenças autoimunes, enxaqueca, depressão, sensação de inchaço, aumento da gordura abdominal ou emagrecimento, entre outros.
Segundo os nutricionistas, a retirada dessa proteína da dieta geralmente leva à melhora ou ao desaparecimento dos sinais. “No âmbito da nutrição, já existem vários estudos que comprovam que o abuso do glúten pode prejudicar a saúde como um todo”, explica a nutricionista clínica funcional Denise Madi Carreiro.
Já entre os médicos, a questão é polêmica: evitar o consumo do glúten só se justifica no caso específico da doença celíaca, uma intolerância permanente à proteína que afeta o intestino delgado. “Para diagnosticá-la, é necessário submeter-se a exames específicos”, adverte a médica Vera Lúcia Sdepanian, chefe da disciplina de gastroenterologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Para quem sofre de doença celíaca, o consumo do glúten provoca um ataque do sistema imunológico, que danifica a estrutura da mucosa do intestino delgado, impossibilitando a absorção de nutrientes vitais.
Em 2007, o European Journal of Gastroenterology & Hepatology publicou uma pesquisa dirigida pela médica, onde se observou um grupo de 3.000 doadores de sangue. O resultado mostrou que, em cada 214 pessoas, ao menos uma era portadora da doença celíaca. “Usamos o termo 'ao menos', porque alguns desses doadores não aceitaram fazer a biópsia necessária", conta a médica.
Os dados mostram que a prevalência da patologia é alta na população brasileira. "Partindo dessa premissa, é possível que deixar de consumir glúten possa mesmo trazer benefícios para um grande número de pessoas; mas é preciso ser criterioso e submeter-se a um diagnóstico preciso”, defende.
"Envenenamento progressivo"
O médico Attilio Speciani, especialista em alergia e imunologia e diretor científico do Servizi Medici Associati (SMA), na Itália, explica que existem dados científicos que mostram a estreita relação entre alimentação e inflamações. Cita como exemplo a identificação do BAFF (B Cell Activity Factor), cuja ação inflamatória e imunomoduladora explica por que a alergia alimentar tardia causa sintomas em cascata. “As reações são muitas, e não devem ser desprezadas, pois se assemelham a um envenenamento progressivo e lento”, diz.
“Na prática, o organismo reconhece o inimigo, fica de olho, procurando limitar seus danos. Se a introdução do alimento persiste, o sistema perde o controle, o processo inflamatório se intensifica, e os sintomas se exacerbam”, acrescenta Speciani.
Epidemia silenciosa
Segundo o gastroenterologista John Cangemi, da Clínica Mayo, nos EUA, estudos indicam que, para cada pessoa diagnosticada...

sábado, 8 de janeiro de 2011

Amaranto!

Olá, li essa matéria no Globo Rural ( LINK) e achei interessante publicar aqui. 
O Amaranto é uma opção muito nutritiva para as nossas substituições, acrescento às qualidades descritas abaixo que não contém glúten,
Assim esperamos que a distribuição seja melhor e com preços mais baixos. 


Ministério da Agricultura aprovou os requisitos fitossanitários para importação de grãos de amarantoproduzidos no Peru. As regras para a entrada do produto no Brasil, baseadas no estudo de Análise de Risco de Pragas, foram publicadas na Instrução Normativa Nº 1, do Diário Oficial da União desta sexta-feira (07/01). 

Os carregamentos com os grãos deverão estar acompanhados de Certificado Fitossanitário emitido pela Organização Nacional de Proteção Fitossanitária (ONPF) do Peru. As partidas importadas serão inspecionadas no ponto de ingresso. Caso seja identificada a praga quarentenária (sem registro de ocorrência no Brasil), a ONPF do Peru será notificada e o país poderá suspender a importação de amaranto até a revisão da Análise de Risco de Pragas. 

A ONPF do Peru deverá comunicar à ONPF brasileira qualquer alteração na condição fitossanitária da cultura do amaranto nas regiões produtoras que exportam ao Brasil. O não cumprimento das exigências estabelecidas na Instrução Normativa será motivo de suspensão da entrada do produto no país. 

A semente do amaranto mede cerca de um milímetro de diâmetro e é uma importante fonte de proteínas, cálcio ezinco, além de contribuir para a redução dos níveis de colesterol. O produto pode ser utilizado como farinha ou pré-cozido em saladas e na produção de pães, bolachas, barras de cereais e musli.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Cerveja eleva riscos de psoríase

Olá boa tarde!
Li essa reportagem e achei muito interessante.
Quando eu tomava cerveja (vamos combinar que estudante de agronomia não beber cerveja é um crime, rsrs), eu tinha surtos fortes de coceiras, que mesmo não sendo psoríase eram provocadas pelo glúten.
Hoje sinto falta de tomar um choppinho de vez enquando, mas por outro lado, bebida alcoólica para nós mulheres causam tantos danos e contendo glúten então, melhor resistir à tentação.
Segue então a reportagem. Beijos.


Em mulheres, chance de adquirir a doença é até 130% maior

 De acordo com um novo estudo da Harvard Medical School, nos Estados Unidos, mulheres que bebem cerveja com frequência têm mais chances de desenvolver psoríase, uma doença de pele crônica, que faz a pele descamar e forma uma espécie de relevo avermelhado. A pesquisa analisou dados de mais de 82 mil mulheres, com idades entre 27 e 44 anos, e seus hábitos de consumo de álcool durante seis anos.

Os pesquisadores observaram um aumento de 72% no risco de psoríase entre as mulheres que bebiam mais do que uma média de 2,3 cervejas por semana em relação às mulheres que não bebiam. Para as mulheres que bebiam cinco copos de cerveja por semana, o risco era 130% maior. No entanto, as mulheres que bebiam qualquer quantidade de cerveja não alcoólica, vinho ou bebidas destiladas não apresentaram um aumento do risco de desenvolver psoríase.

Alguns componentes não-alcoólicos da cerveja, que não são encontrados no vinho ou nos destilados, pode estar relacionado ao surgimento da psoríase, de acordo com os pesquisadores. O estudo, publicado na revista especializada Archives of Dermatology, sugere que a causa do aumento no risco de psoríase pode ser o glúten da cevada, usada na fermentação da cerveja. De acordo com o estudo, as pessoas com psoríase podem ter uma sensibilidade maior ao glúten.  
 
Entenda a psoríase
As áreas de atrito da pele, como cotovelos e joelhos, são o foco do problema. Mas ele também afeta o couro cabeludo, as palmas e as plantas das mãos, os pés e unhas. Para o diagnóstico, os médicos pedem uma biópsia de pele. A investigação do histórico familiar também conta, já que a maioria dos casos tem origem genética. "O fator emocional não causa a psoríase, mas detona as crises quando o paciente tem predisposição. Drogas, infecções e alterações hormonais também podem desencadear a formação das escamas", afirma o dermatologista Cesar Cuono.

Segundo o médico, existem casos de psoríase, conhecidos como severos, que levam a deformidades das articulações, por isso o tratamento é essencial. Os cremes à base de cortisona ajudam no combate das manchas, mas há outros métodos indicados, como os banhos de luz ultravioleta ou de sol. Remédios imunossupressores e derivados da vitamina A, conhecidos como retinoides (que são da mesma espécie dos que tratam a acne) também controlam o problema.
Essa matéria foi publicada no Yahoo, se preferir ler direto do site clique no link aqui.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Globo Repórter 21 de maio de 2010

Olá pessoal!
Tinha visto em comunidades do orkut que ia passar um programa no Globo Repórter sobre alergias alimentares, como não consegui assistir no dia, acessei o vídeo no G1 apenas sobre doença celíaca.
Acho que tem se falado muito mais sobre a DC na mídia, os cuidados com os rótulos, as dietas... Mas, na minha opinião é sempre muito superficial, sempre em grandes centros. Em São Paulo ou em Curitiba existem casas, padarias especializadas em comida sem glúten, mas e no interior? E nos estados do Norte, Nordeste?
Não temos nada disso, não temos mistura pronta de pão de queijo aqui.
Achei que fossem falar da internet, que afinal de contas é um grande apoio que encontramos, onde conseguimos encontrar muitas pessoas que passam pelas mesmas dificuldades que a gente.
Além disso há pessoas que precisam de remédios para amenizar os sintomas da doença celíaca, mas não tocam no assunto.
Apesar de tudo o vídeo é legal, e é bom saber que não estamos sozinhos nessa batalha, que como nós outros tantos sentem saudades do delicioso pãozinho francês!
Mas vamos em frente não é mesmo!?
Beijos e até o próximo post!

http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2010/05/doenca-celiaca-quase-2-milhoes-de-brasileiros-nao-podem-comer-gluten.html

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

GLÚTEN X EMAGRECIMENTO

Dieta sem glúten ajuda a emagrecer!
Tive essa experiência, achava que era porque minhas opções de comida tinham reduzido, e muito! Não sabia o que comer, o que substituía o pão... Me dava um desespero e não comia nada!
Mas não era só isso...
Agora comprovado por pesquisas vocês podem ver nessa reportagem do Jornal Hoje do dia 23/02/2010.
Aí vai o link:
http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,MUL1502015-16022,00.html


Beijos e até mais!