OLÁ LEITORES, AMANHÃ ACONTECERÁ A REALIZAÇÃO DE UMA GRANDE CONQUISTA PARA NÓS CELÍACOS E PARA A POPULAÇÃO DE PALMAS, A INAUGURAÇÃO DE UMA LOJA ESPECIALIZADA EM PRODUTOS PARA ALÉRGICOS E INTOLERANTES, ALÉM DISSO A REDE OFERECE UMA GAMA DE PRODUTOS SAUDÁVEIS E LIGHTS.
VENHAM PRESTIGIAR A INAUGURAÇÃO!
quinta-feira, 26 de maio de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Doença Celíaca: a vida sem glúten. Por Paula Lima e Mello
Bom dia queridos!
Ando meio longe da cozinha, mas sempre firme com a dieta e em sintonia com o blog!
Uma amiga querida criou um blog sobre culinária.
O Tempero Novo além de lindo e saboroso tem muitas informações legais.
A Paula é jornalista, escreve muito bem e cozinha tão bem quanto!
O blog mal foi ao ar para alcançar em 15 dias mais de 1000 acessos!
O melhor é que apesar de não ser especializado em alimentação sem glúten, nós celíacos temos nosso espaço no Tempero Novo!!!
Confiram a entrevista que fizemos juntas sobre a dieta sem glúten e participem, mandem suas receitas para ela que tem Tempero Novo para todos!!!
Vale a pena conferir...

Dez anos atrás Josiane Buzachi iniciava uma difícil busca por um diagnóstico preciso sobre seu estado de saúde. Nessa época, a engenheira agrônoma começou a ter manchas vermelhas na pele, coceiras e enjôos frequentes, gases e má-digestão. Sem imaginar a causa de todos esses sintomas começou uma maratona de consultas médicas. Foram vários diagnósticos e tratamentos – homeopatia, pomadas e terapia – tudo sem resultados positivos. Alguns médicos acreditavam que o problema de Josiane tinha fundo emocional. Foi quando, por insistência da irmã Janaína, decidiu procurar um dermatologista. Depois de exames profundos com diversas especialidades médicas veio o diagnóstico correto: dermatite herpetiforme, conhecida também como doença celíaca.
Segundo dados da Acelbra, Associação dos Celíacos do Brasil, a doença celíaca afeta um em cada 200 brasileiros. Em nosso país, um milhão de pessoas sofrem desse mal, que pode se manifestar em qualquer fase da vida. A doença é provocada pela intolerância ao glúten, presente em quase tudo o que comemos. É uma proteína encontrada no trigo, no centeio, na cevada, no malte e na aveia. Além dos sinais apresentados por Josiane, outros sintomas são comuns aos portadores de doença celíaca, são eles: diarréia, barriga inchada, dor abdominal, falhas na memória, emagrecimento e, principalmente, anemia.
Os médicos descobriram a causa da doença por acaso, durante a Segunda Guerra Mundial. O racionamento dos alimentos tirou o pão da mesa dos holandeses e imediatamente as crianças, que sofriam da doença celíaca, melhoram de saúde. De acordo com especialistas, o glúten provoca uma agressão nas paredes do intestino delgado de pacientes que tem predisposição genética impedindo a absorção dos alimentos. A doença não tem cura e só há um tipo de tratamento: retirar por completo o glúten da dieta dos pacientes.
E foi exatamente isso que Josiane fez. Hoje já se passaram dois anos de descoberta da intolerância ao glúten, tempo de muitas mudanças, principalmente no que diz respeito aos hábitos alimentares. Josiane Buzachi não toma remédios, diz que se alimenta melhor e não teve recidivas. Na verdade, desde o início do ano passado, ela se tornou Josi Não Contém Glúten, no blog divide suas práticas alimentares e experiências na convivência com a doença celíaca. E não para por aí! As transformações vividas despertaram em Josi a vocação para o nutricionismo, por isso, hoje é acadêmica do primeiro período da faculdade de Nutrição da Universidade Federal do Tocantins. É com ela que inauguramos nossa seção de entrevistas. Hoje “Tem Visita na Cozinha”!
TN: Foram 8 anos de corrida pela busca de um diagnóstico. Como celíaca, porque você acha que essa doença é tão pouco conhecida?
Josi: Porque, salvo raras exceções, a classe médica negligencia os sintomas e trata tudo como problema emocional. Assim, quando eles, os médicos, não querem ou não sabem a causa das erupções, como no meu caso, retardam o diagnóstico. Mas acredito que esse cenário esteja mudando, a preocupação com a alimentação para a boa forma deixou o glúten em evidência nos últimos anos, o que acaba revelando as alergias e intolerâncias, deixando as pessoas conscientes da existência da doença celíaca e dos sintomas.
TN: Diagnosticada a intolerância ao glúten, que medidas você teve que tomar?
Josi: Saí do consultório médico diretamente para uma consulta com a nutricionista, pois é esse profissional que pode esclarecer com propriedade quais são os alimentos permitidos e os proibidos, bem como as substituições possíveis. Os cuidados com a alimentação passaram a ser redobrados. Comecei a ler os rótulos de todos os alimentos e, muitas vezes, me surpreendi com artigos que não levavam em sua composição os grãos trigo, aveia, malte, centeio e cevada e, ainda assim, continham glúten. Isso se deve ao método de fabricação de produtos isentos de glúten no mesmo local onde são processados os alimentos que contém a proteína. Os produtos passam a ter contato com o glúten por meio de utensílios e máquinas, é assim que ocorre o que chamamos de contaminação cruzada.
TN: Após a descoberta da doença celíaca, quais os ingredientes mais encontrados na sua cozinha?
Josi: A minha alimentação passou a ser mais saudável, incluí alimentos ricos em vitaminas e fibras que antes não fazia questão, como por exemplo, a quinoa, o amaranto, a linhaça, a soja, a farinha de beterraba entre outros. A base das receitas de pães e bolos leva uma farinha composta por farinha de arroz, fécula de batata e polvilho. Os lanches passaram a ser frutas frescas ou desidratadas e castanhas.
TN: Você encontra dificuldade para conseguir ingredientes corretos, ou seja, isentos de glúten para a sua alimentação?
Josi: A dificuldade é na procura por alimentos prontos, não posso contar com uma lasanha congelada ou comprar um pão para o dia seguinte. As farinhas não são difíceis de ser encontradas, porém sempre são disponibilizadas em embalagens pequenas. Nos supermercados temos a fécula de batata, o polvilho e a arrozina. Mas a farinha de arroz, pacote de um 1 quilo, encontro somente em um estabelecimento de Palmas, no Atacado Meio a Meio.
TN: Desde 2003 uma lei federal exige que no rótulo dos alimentos industrializados esteja escrito claramente se o produto contém ou não contém glúten. Quando você vai ao supermercado, é fácil identificar essa especificidade nos produtos?
Josi: Infelizmente a lei não é respeitada por todos os fabricantes, quando não há a indicação a atitude segura é não consumir. Há ainda um descaso com o tamanho da letra e local indicando a composição dos alimentos. É preciso estar atento com os rótulos, pois empresas conhecidas no mercado já cometeram erros ao indicar um produto que contém glúten na composição como não contendo.
TN: Existem alimentos industrializados sem glúten. Eles estão acessíveis em Palmas?
Josi: Ainda é muito raro encontrar um produto industrializado em Palmas, já em grandes cidades é mais comum. Normalmente faço minhas compras em Brasília e Goiânia, mas são lojas especializadas. Costumo trazer pães de forma congelados, salgadinhos como esfihas, canelones, massa para lasanha, biscoitos, torradas, brownies e cookies. Acredito que os momentos difíceis estejam com os dias contados, digo isso porque está prevista para maio, em Palmas, a inauguração de uma loja especializada em produtos para dietas especiais, a Mundo Verde que possui franquias espalhadas por diversas cidades do Brasil.
TN: Quando você chega num restaurante, como age pra descobrir se determinado prato contém ou não contém glúten?
Josi: Essa situação é muito comum no dia-a-dia de qualquer celíaco. Normalmente procuro um maitre para chegar até a cozinha, literalmente. Só se pode confiar na pessoa que prepara os alimentos. É importante salientar que os garçons não têm compromisso com os clientes e, muitas vezes, dizem “não” apenas para darem uma resposta. Assim, evito pratos que contenham os molhos branco e madeira, empanados e frituras que também oferecem riscos, por serem preparados com farinha de rosca e por serem fritos em óleo já utilizado para a preparação de alimentos com glúten. Muitas vezes é desagradável sair para comer, primeiro pela falta de opções de pratos nos cardápios, e também pelo desgaste a que somos submetidos quando temos que explicar todo o nosso problema. Muitas vezes opto por me alimentar em casa e sair depois.
TN: Qual o seu prato favorito da dieta livre de glúten?
Josi: Hum… o blog Josi Não Contém Glúten denuncia várias das minhas preferências. Gosto muito dos salgadinhos, como coxinha e rissole, feitos com mandioca, e das tortas. Entretanto o campeão, que sempre foi meu prato preferido, é a lasanha, mas para fazer preciso trazer a massa pronta de fora.
Para a postagem original acessem: http://temperonovo.wordpress.com
Ando meio longe da cozinha, mas sempre firme com a dieta e em sintonia com o blog!
Uma amiga querida criou um blog sobre culinária.
O Tempero Novo além de lindo e saboroso tem muitas informações legais.
A Paula é jornalista, escreve muito bem e cozinha tão bem quanto!
O blog mal foi ao ar para alcançar em 15 dias mais de 1000 acessos!
O melhor é que apesar de não ser especializado em alimentação sem glúten, nós celíacos temos nosso espaço no Tempero Novo!!!
Confiram a entrevista que fizemos juntas sobre a dieta sem glúten e participem, mandem suas receitas para ela que tem Tempero Novo para todos!!!
Vale a pena conferir...

Dez anos atrás Josiane Buzachi iniciava uma difícil busca por um diagnóstico preciso sobre seu estado de saúde. Nessa época, a engenheira agrônoma começou a ter manchas vermelhas na pele, coceiras e enjôos frequentes, gases e má-digestão. Sem imaginar a causa de todos esses sintomas começou uma maratona de consultas médicas. Foram vários diagnósticos e tratamentos – homeopatia, pomadas e terapia – tudo sem resultados positivos. Alguns médicos acreditavam que o problema de Josiane tinha fundo emocional. Foi quando, por insistência da irmã Janaína, decidiu procurar um dermatologista. Depois de exames profundos com diversas especialidades médicas veio o diagnóstico correto: dermatite herpetiforme, conhecida também como doença celíaca.
Segundo dados da Acelbra, Associação dos Celíacos do Brasil, a doença celíaca afeta um em cada 200 brasileiros. Em nosso país, um milhão de pessoas sofrem desse mal, que pode se manifestar em qualquer fase da vida. A doença é provocada pela intolerância ao glúten, presente em quase tudo o que comemos. É uma proteína encontrada no trigo, no centeio, na cevada, no malte e na aveia. Além dos sinais apresentados por Josiane, outros sintomas são comuns aos portadores de doença celíaca, são eles: diarréia, barriga inchada, dor abdominal, falhas na memória, emagrecimento e, principalmente, anemia.
Os médicos descobriram a causa da doença por acaso, durante a Segunda Guerra Mundial. O racionamento dos alimentos tirou o pão da mesa dos holandeses e imediatamente as crianças, que sofriam da doença celíaca, melhoram de saúde. De acordo com especialistas, o glúten provoca uma agressão nas paredes do intestino delgado de pacientes que tem predisposição genética impedindo a absorção dos alimentos. A doença não tem cura e só há um tipo de tratamento: retirar por completo o glúten da dieta dos pacientes.
E foi exatamente isso que Josiane fez. Hoje já se passaram dois anos de descoberta da intolerância ao glúten, tempo de muitas mudanças, principalmente no que diz respeito aos hábitos alimentares. Josiane Buzachi não toma remédios, diz que se alimenta melhor e não teve recidivas. Na verdade, desde o início do ano passado, ela se tornou Josi Não Contém Glúten, no blog divide suas práticas alimentares e experiências na convivência com a doença celíaca. E não para por aí! As transformações vividas despertaram em Josi a vocação para o nutricionismo, por isso, hoje é acadêmica do primeiro período da faculdade de Nutrição da Universidade Federal do Tocantins. É com ela que inauguramos nossa seção de entrevistas. Hoje “Tem Visita na Cozinha”!
TN: Foram 8 anos de corrida pela busca de um diagnóstico. Como celíaca, porque você acha que essa doença é tão pouco conhecida?
Josi: Porque, salvo raras exceções, a classe médica negligencia os sintomas e trata tudo como problema emocional. Assim, quando eles, os médicos, não querem ou não sabem a causa das erupções, como no meu caso, retardam o diagnóstico. Mas acredito que esse cenário esteja mudando, a preocupação com a alimentação para a boa forma deixou o glúten em evidência nos últimos anos, o que acaba revelando as alergias e intolerâncias, deixando as pessoas conscientes da existência da doença celíaca e dos sintomas.
TN: Diagnosticada a intolerância ao glúten, que medidas você teve que tomar?
Josi: Saí do consultório médico diretamente para uma consulta com a nutricionista, pois é esse profissional que pode esclarecer com propriedade quais são os alimentos permitidos e os proibidos, bem como as substituições possíveis. Os cuidados com a alimentação passaram a ser redobrados. Comecei a ler os rótulos de todos os alimentos e, muitas vezes, me surpreendi com artigos que não levavam em sua composição os grãos trigo, aveia, malte, centeio e cevada e, ainda assim, continham glúten. Isso se deve ao método de fabricação de produtos isentos de glúten no mesmo local onde são processados os alimentos que contém a proteína. Os produtos passam a ter contato com o glúten por meio de utensílios e máquinas, é assim que ocorre o que chamamos de contaminação cruzada.
TN: Após a descoberta da doença celíaca, quais os ingredientes mais encontrados na sua cozinha?
Josi: A minha alimentação passou a ser mais saudável, incluí alimentos ricos em vitaminas e fibras que antes não fazia questão, como por exemplo, a quinoa, o amaranto, a linhaça, a soja, a farinha de beterraba entre outros. A base das receitas de pães e bolos leva uma farinha composta por farinha de arroz, fécula de batata e polvilho. Os lanches passaram a ser frutas frescas ou desidratadas e castanhas.
TN: Você encontra dificuldade para conseguir ingredientes corretos, ou seja, isentos de glúten para a sua alimentação?
Josi: A dificuldade é na procura por alimentos prontos, não posso contar com uma lasanha congelada ou comprar um pão para o dia seguinte. As farinhas não são difíceis de ser encontradas, porém sempre são disponibilizadas em embalagens pequenas. Nos supermercados temos a fécula de batata, o polvilho e a arrozina. Mas a farinha de arroz, pacote de um 1 quilo, encontro somente em um estabelecimento de Palmas, no Atacado Meio a Meio.
TN: Desde 2003 uma lei federal exige que no rótulo dos alimentos industrializados esteja escrito claramente se o produto contém ou não contém glúten. Quando você vai ao supermercado, é fácil identificar essa especificidade nos produtos?
Josi: Infelizmente a lei não é respeitada por todos os fabricantes, quando não há a indicação a atitude segura é não consumir. Há ainda um descaso com o tamanho da letra e local indicando a composição dos alimentos. É preciso estar atento com os rótulos, pois empresas conhecidas no mercado já cometeram erros ao indicar um produto que contém glúten na composição como não contendo.
TN: Existem alimentos industrializados sem glúten. Eles estão acessíveis em Palmas?
Josi: Ainda é muito raro encontrar um produto industrializado em Palmas, já em grandes cidades é mais comum. Normalmente faço minhas compras em Brasília e Goiânia, mas são lojas especializadas. Costumo trazer pães de forma congelados, salgadinhos como esfihas, canelones, massa para lasanha, biscoitos, torradas, brownies e cookies. Acredito que os momentos difíceis estejam com os dias contados, digo isso porque está prevista para maio, em Palmas, a inauguração de uma loja especializada em produtos para dietas especiais, a Mundo Verde que possui franquias espalhadas por diversas cidades do Brasil.
TN: Quando você chega num restaurante, como age pra descobrir se determinado prato contém ou não contém glúten?
Josi: Essa situação é muito comum no dia-a-dia de qualquer celíaco. Normalmente procuro um maitre para chegar até a cozinha, literalmente. Só se pode confiar na pessoa que prepara os alimentos. É importante salientar que os garçons não têm compromisso com os clientes e, muitas vezes, dizem “não” apenas para darem uma resposta. Assim, evito pratos que contenham os molhos branco e madeira, empanados e frituras que também oferecem riscos, por serem preparados com farinha de rosca e por serem fritos em óleo já utilizado para a preparação de alimentos com glúten. Muitas vezes é desagradável sair para comer, primeiro pela falta de opções de pratos nos cardápios, e também pelo desgaste a que somos submetidos quando temos que explicar todo o nosso problema. Muitas vezes opto por me alimentar em casa e sair depois.
TN: Qual o seu prato favorito da dieta livre de glúten?
Josi: Hum… o blog Josi Não Contém Glúten denuncia várias das minhas preferências. Gosto muito dos salgadinhos, como coxinha e rissole, feitos com mandioca, e das tortas. Entretanto o campeão, que sempre foi meu prato preferido, é a lasanha, mas para fazer preciso trazer a massa pronta de fora.
Para a postagem original acessem: http://temperonovo.wordpress.com
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Intolerância ao glúten pode ser mais comum do que se imagina, dizem especialistas Por Cristina Almeida Especial para o UOL Ciência e Saúde
Muito interessante essa matéria sobre Intolerância ao glúten, vale a pena conferir!
Na próxima vez em que sentir preguiça de preparar uma refeição com ingredientes frescos e variados, pense duas vezes. O consumo exagerado de pães, massas, lanches e comidas prontas tem sido considerado o gatilho de uma reação orgânica classificada como "alergia alimentar tardia", também conhecida como intolerância, sensibilidade ou alergia escondida. O principal vilão, nesse caso, seria o glúten, uma proteína encontrada no trigo, na cevada e no centeio. A intolerância ao componente pode afetar a saúde e, segundo especialistas, o problema é mais comum do que se imagina.
Os sintomas da sensibilidade ao glúten incluem diarreia ou prisão de ventre, anemia, osteopenia, rinite, sinusite, alterações na pele, doenças autoimunes, enxaqueca, depressão, sensação de inchaço, aumento da gordura abdominal ou emagrecimento, entre outros.
Segundo os nutricionistas, a retirada dessa proteína da dieta geralmente leva à melhora ou ao desaparecimento dos sinais. “No âmbito da nutrição, já existem vários estudos que comprovam que o abuso do glúten pode prejudicar a saúde como um todo”, explica a nutricionista clínica funcional Denise Madi Carreiro.
Já entre os médicos, a questão é polêmica: evitar o consumo do glúten só se justifica no caso específico da doença celíaca, uma intolerância permanente à proteína que afeta o intestino delgado. “Para diagnosticá-la, é necessário submeter-se a exames específicos”, adverte a médica Vera Lúcia Sdepanian, chefe da disciplina de gastroenterologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Para quem sofre de doença celíaca, o consumo do glúten provoca um ataque do sistema imunológico, que danifica a estrutura da mucosa do intestino delgado, impossibilitando a absorção de nutrientes vitais.
Em 2007, o European Journal of Gastroenterology & Hepatology publicou uma pesquisa dirigida pela médica, onde se observou um grupo de 3.000 doadores de sangue. O resultado mostrou que, em cada 214 pessoas, ao menos uma era portadora da doença celíaca. “Usamos o termo 'ao menos', porque alguns desses doadores não aceitaram fazer a biópsia necessária", conta a médica.
Os dados mostram que a prevalência da patologia é alta na população brasileira. "Partindo dessa premissa, é possível que deixar de consumir glúten possa mesmo trazer benefícios para um grande número de pessoas; mas é preciso ser criterioso e submeter-se a um diagnóstico preciso”, defende.
"Envenenamento progressivo"
O médico Attilio Speciani, especialista em alergia e imunologia e diretor científico do Servizi Medici Associati (SMA), na Itália, explica que existem dados científicos que mostram a estreita relação entre alimentação e inflamações. Cita como exemplo a identificação do BAFF (B Cell Activity Factor), cuja ação inflamatória e imunomoduladora explica por que a alergia alimentar tardia causa sintomas em cascata. “As reações são muitas, e não devem ser desprezadas, pois se assemelham a um envenenamento progressivo e lento”, diz.
“Na prática, o organismo reconhece o inimigo, fica de olho, procurando limitar seus danos. Se a introdução do alimento persiste, o sistema perde o controle, o processo inflamatório se intensifica, e os sintomas se exacerbam”, acrescenta Speciani.
Epidemia silenciosa
Segundo o gastroenterologista John Cangemi, da Clínica Mayo, nos EUA, estudos indicam que, para cada pessoa diagnosticada...
Na próxima vez em que sentir preguiça de preparar uma refeição com ingredientes frescos e variados, pense duas vezes. O consumo exagerado de pães, massas, lanches e comidas prontas tem sido considerado o gatilho de uma reação orgânica classificada como "alergia alimentar tardia", também conhecida como intolerância, sensibilidade ou alergia escondida. O principal vilão, nesse caso, seria o glúten, uma proteína encontrada no trigo, na cevada e no centeio. A intolerância ao componente pode afetar a saúde e, segundo especialistas, o problema é mais comum do que se imagina.
Os sintomas da sensibilidade ao glúten incluem diarreia ou prisão de ventre, anemia, osteopenia, rinite, sinusite, alterações na pele, doenças autoimunes, enxaqueca, depressão, sensação de inchaço, aumento da gordura abdominal ou emagrecimento, entre outros.
Segundo os nutricionistas, a retirada dessa proteína da dieta geralmente leva à melhora ou ao desaparecimento dos sinais. “No âmbito da nutrição, já existem vários estudos que comprovam que o abuso do glúten pode prejudicar a saúde como um todo”, explica a nutricionista clínica funcional Denise Madi Carreiro.
Já entre os médicos, a questão é polêmica: evitar o consumo do glúten só se justifica no caso específico da doença celíaca, uma intolerância permanente à proteína que afeta o intestino delgado. “Para diagnosticá-la, é necessário submeter-se a exames específicos”, adverte a médica Vera Lúcia Sdepanian, chefe da disciplina de gastroenterologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Para quem sofre de doença celíaca, o consumo do glúten provoca um ataque do sistema imunológico, que danifica a estrutura da mucosa do intestino delgado, impossibilitando a absorção de nutrientes vitais.
Em 2007, o European Journal of Gastroenterology & Hepatology publicou uma pesquisa dirigida pela médica, onde se observou um grupo de 3.000 doadores de sangue. O resultado mostrou que, em cada 214 pessoas, ao menos uma era portadora da doença celíaca. “Usamos o termo 'ao menos', porque alguns desses doadores não aceitaram fazer a biópsia necessária", conta a médica.
Os dados mostram que a prevalência da patologia é alta na população brasileira. "Partindo dessa premissa, é possível que deixar de consumir glúten possa mesmo trazer benefícios para um grande número de pessoas; mas é preciso ser criterioso e submeter-se a um diagnóstico preciso”, defende.
"Envenenamento progressivo"
O médico Attilio Speciani, especialista em alergia e imunologia e diretor científico do Servizi Medici Associati (SMA), na Itália, explica que existem dados científicos que mostram a estreita relação entre alimentação e inflamações. Cita como exemplo a identificação do BAFF (B Cell Activity Factor), cuja ação inflamatória e imunomoduladora explica por que a alergia alimentar tardia causa sintomas em cascata. “As reações são muitas, e não devem ser desprezadas, pois se assemelham a um envenenamento progressivo e lento”, diz.
“Na prática, o organismo reconhece o inimigo, fica de olho, procurando limitar seus danos. Se a introdução do alimento persiste, o sistema perde o controle, o processo inflamatório se intensifica, e os sintomas se exacerbam”, acrescenta Speciani.
Epidemia silenciosa
Segundo o gastroenterologista John Cangemi, da Clínica Mayo, nos EUA, estudos indicam que, para cada pessoa diagnosticada...
domingo, 27 de março de 2011
X TUDO DE FORNO (RECEITA DO MAIS VOCÊ)
Estava na academia me matando na esteira quando a Ana Maria Braga começou a fazer essa receita e como não me esqueço nunca do blog, pensei: "vou fazer a versão sem glúten!" E não é que deu certo de primeira?
Aqui você confere o link da receita original do "Mais Você".
Fiz umas adaptações nas quantidades, pois fiz para duas pessoas.
A refratária é pequena e não deu para fazer duas camadas de hamburger. Fico devendo as fotos do passo a passo mas caso tenham dúvidas, basta me mandar um comentário.
Segue Receita:
INGREDIENTES:
Molho especial:
- 1 xícara (chá) de maionese
- 1 xícara (chá) de catchup picante
- 1/4 xícara (chá) de mostarda
- 1 colher (sopa) de pepino em conserva cortado em cubinhos
- 2 colheres (sopa) de cebola bem picadinha
- 1 colher (sopa) de vinagre de maçã
- 1 colher (sopa rasa) de açúcar
- sal a gosto.
Massa:
Utilizei a massa que fiz os pãezinhos de lingüiça.
Você pode fazer exatamente a receita do link, e colocar a massa para crescer em dois recipientes: metade na refratária que vai para o forno e a outra metade em uma tigela que será a parte de cima do sanduíche.
Ou faça a adaptação que fiz:
3 xícaras da mistura de farinha sem glúten (2xíc. de farinha ou creme de arroz, 2/3 de xíc. de fécula de batata, 1/3 de xíc. de polvilho doce ou azedo);
½ colher de café de Goma Xantana;
2 colheres das de sopa de açúcar + 2 colheres das de chá para levedar o fermento;
1 colher das de chá de sal;
1 e 1/4 de xícara de água mineral morna (Usei leite) + 1/2 xícara para levedar o fermento;
1 colher das de sopa de fermento biológico seco;
1/4 de xícara de óleo vegetal;
1 colher das de chá de vinagre de maçã;
1 ovo + 1 clara.
½ colher de café de Goma Xantana;
2 colheres das de sopa de açúcar + 2 colheres das de chá para levedar o fermento;
1 colher das de chá de sal;
1 e 1/4 de xícara de água mineral morna (Usei leite) + 1/2 xícara para levedar o fermento;
1 colher das de sopa de fermento biológico seco;
1/4 de xícara de óleo vegetal;
1 colher das de chá de vinagre de maçã;
1 ovo + 1 clara.
MODO DE PREPARO:
Em uma vasilha média, coloque a farinha, a goma xantana, o sal, o açúcar e misture com um batedor de ovos;
Em uma vasilha pequena, misture a 1/2 xícara de água morna com as duas colheres das de chá de açúcar e o fermento. Deixe levedar, levantar uma espuma, forma uma esponjinha.
Em uma vasilha pequena, misture a 1/2 xícara de água morna com as duas colheres das de chá de açúcar e o fermento. Deixe levedar, levantar uma espuma, forma uma esponjinha.
Misture o óleo com a xícara de água (ou leite) morna e o vinagre.
Coloque-a sobre a mistura de farinha e bata com a batedeira em velocidade baixa para misturar. Adicione os ovos, bata novamente em velocidade baixa. Adicione o fermento e continue batendo em velocidade baixa e em seguida aumente para velocidade máxima. Bata por 3 minutos.
* Fiz essa massa batendo na mão, a diferença foi que separei as claras e coloquei batidas em neve, e o resultado foi ótimo.
Colocar a massa para crescer em dois recipientes: metade na refratária que vai para o forno e a outra metade em uma tigela que será a parte de cima do sanduíche.
Foto da metade da massa depois de crescer.
Recheio:
- 6 hamburguers
- 1 xícara (chá) de milho escorrido (Não tinha em casa)
- 1 xícara (chá) de ervilha fresca (Não tinha em casa)
- 200 g de presunto fatiado (substituí por blanquet)
- 200 g de mussarela fatiada
- 1 tomate cortado em rodelas
- Azeitonas picadas.
- gergelim branco para polvilhar (Não tinha, mas adoro!)
MODO DE PREPARO:
Molho: Numa tigela coloque 1 xícara (chá) de maionese, 1 xícara
(chá) de catchup picante, 1/4 xícara (chá) de mostarda, 1 colher
(sopa) de pepino em conserva cortado em cubinhos, 2 colheres
(sopa) de cebola bem picadinha, 1 colher (sopa) de vinagre de
maçã, 1 colher (sopa rasa) de açúcar e sal a gosto, misture bem e
leve para a geladeira por +/- 2 horas para apurar os sabores.
Montagem: Numa refratária retangular (35 cm X 25 cm) untada e
enfarinhada com metade da massa, faça camadas na seguinte ordem:
- 6 hamburguers (congelado, ou em temperatura ambiente ou
dourado, na minha refratária só houve espaço para 4 hamburguers)
- Metade do molho especial
- 1 xícara (chá) de milho escorrido
- 1 xícara (chá) de ervilha fresca
- O presunto fatiado
- A mussarela fatiada
- 4 hamburguers
- a outra metade do molho especial
- rodelas de 1 tomate (Acrescentei orégano).
Cubra com a outra metade da massa e salpique gergelim branco, passei a gema sobressalente na massa.
Leve ao forno médio pré- aquecido a 180 graus até que fique dourado.
Retire do forno e sirva em seguida.
O molho é realmente especial, tem um sabor picante. Nós adoramos!!!
Beijos.
Bolo Mármore Sem Glúten (Para a versão sem lactose, basta substituir o Leite por água ou leite vegetal)
Afilhado em casa, correndo com a gatinha pra lá e pra cá...
Tem que ter bolinho pra acompanhar né!?
Nada como um bolo de duas cores para agradar crianças e adultos!!!
Receita:
INGREDIENTES:
INGREDIENTES:
2 colheres (sopa) de óleo;
1 xíc de açúcar crista;
1 xíc de leite morno;
2 ovos;
2 ½ xíc de farinha preparada sem glúten;
½ colher de café de goma xantana*;
1 colher ( sopa) de fermento em pó.
MODO DE PREPARO:
Pré-aqueça o forno para 180C.
No liquidificador, bata bem as gemas, o óleo, o açúcar, a farinha ,o leite e bata bem.
Por último coloque a mistura em uma tigela e adicione o fermento e as claras batidas em neve, misturando bem levemente com uma colher.
Distribua 2/3 da massa na assadeira untada e enfarinhada (uso a de furo no meio) e na parte que restar misture o chocolate.
Fiz novamente com um chocolate mais forte, o Nestlè... Ficou mais escuro, mas a massa pesou um pouco... Porém não menos gostoso!
*Obs: A goma xantana é muito mais forte que o cmc. Já estraguei um bolo inteiro que ficou parecido com uma borracha, então coloque aos poucos e vá mexendo, ela "engoma" a massa... Depois com as claras em neve consigo a consistência ideal!
Espero que gostem.... Beijos.
*Obs: A goma xantana é muito mais forte que o cmc. Já estraguei um bolo inteiro que ficou parecido com uma borracha, então coloque aos poucos e vá mexendo, ela "engoma" a massa... Depois com as claras em neve consigo a consistência ideal!
Espero que gostem.... Beijos.
segunda-feira, 21 de março de 2011
2° Glúten Free

Meu apelo continua!!!
Para que seja promovido um encontro desses em Brasília ou Goiânia para que eu possa iiir!!!!!
2º Glúten Free SP contará com a presença de palestrante Internacional
A 3 Marketing & Comunicação agência responsável pela concepção e realização do Glúten Free no Brasil, trará a São Paulo nos meses de Abril e Maio a 2ª edição do evento, com palestras internacionais e grandes nomes da nutrição nacional.
O principal objetivo do 2º Glúten Free SP é levar informações atualizadas e prosseguir a missão de discutir sobre a excessiva ingestão de glúten na alimentação ocidental, as doenças relacionadas, os novos alimentos e principalmente como lidar com essa proteína tão presente em nosso dia a dia. Trata-se de um movimento que envolve tanto informação, quanto a aplicação de dietas e cardápios zero glúten.
Dados
De acordo com o Dr. Thomas O’Bryan: 35% dos pacientes ainda apresentam sinais da doença celíaca após dois anos do início da dieta sem glúten. 65% dos pacientes adultos em dieta sem glúten por mais de vinte anos desenvolvem doenças ósseas (20% apresentam osteogenia, 45% apresentam osteoporose). Mais de 30% da população celíaca não é curada com uma dieta sem glúten. E aqueles que rejuvenescem sua vilosidade apresentam aumento da permeabilidade intestinal nos anos seguintes. Embora a maioria dos indivíduos com doença celíaca tenha uma melhora considerável nas primeiras semanas sem o consumo de glúten, entre 7% a 30 % ainda continuam a apresentar sintomas ou manifestações clínicas relacionadas a doença celíaca apesar de estarem sob uma dieta sem glúten.
Essas e outras questões continuarão a ser debatidas neste, que é um dos maiores eventos do país especializado no assunto, o Glúten Free SP.
Programação
Nos dois dias de evento (02/04 e 14/05) o 2º Glúten Free contará com uma programação especial, voltada a um público específico. Todos os participantes terão acesso as informações qualificadas e poderão escolher o dia em que participarão do evento de acordo com a sua necessidade, sendo assim, no dia 02/04 o evento será restrito para nutricionistas e profissionais, e no dia 14/05 será aberto ao público como um todo.
Alimentação / Praça de Exposições
O Glúten Free é baseado em um pilar básico da nutrição: alimentação de 3 em 3 horas, sendo assim o evento proporcionará café da manhã, almoço (livre), coffe break para todos os participantes e ainda contará com uma praça de exposições, que ficará posicionada e aberta durante toda a duração do evento para degustações, esclarecimentos nutricionais e informações.
Oficinas Culinárias Zero Glúten
Além de palestras e alimentação zero glúten, o evento contará também com Oficinas Culinárias gratuitas, que acontecerão durante todo o mês de Maio, em pontos selecionados da cidade, como: restaurantes, lojas de produtos naturais, espaços gastronômicos e shoppings. O objetivo principal das oficinas é apresentar receitas práticas, livres de glúten e que possam ser aplicadas no dia a dia. Quem assinará o cardápio e ministrará todas as aulas dessas oficinas, será a Chef e nutricionista funcional Natalia Werutsky.
Concurso Melhor Receita Zero Glúten
O Glúten Free traz como novidade para esta 2ª edição um Concurso de Receitas Zero Glúten, que será realizado com os alunos dos cursos de Gastronomia e Nutrição da Universidade Anhembi Morumbi.
O concurso funcionará da seguinte forma: os participantes interessados deverão se inscrever e elaborar receitas práticas e saudáveis, sem glúten. As melhores receitas, mais criativas, saborosas e práticas, ganharão um super prêmio.
Para mais informações acessem: www.glutenfreebrasil.com
domingo, 20 de fevereiro de 2011
PIZZA SEM GLÚTEN (COM SOBRAS DE ARROZ)
Muitas vasilhas de arroz cozido na geladeira? Processador nele e faça virar pizza!
INGREDIENTES:
4 xícaras de arroz cozido;
1 xícara de maisena (ou creme ou farinha de arroz);
2 ovos;
2 colheres de sopa de óleo;
3 colheres de sopa de queijo ralado;
1/2 xícara de leite (água ou caldo de frango ou carne é uma opção para a massa sem lactose), caso ache que está seca acrescente líquido à massa;
1 colher de sopa de fermento químico;
Para o recheio ingredientes a gosto.
MODO DE PREPARO:
Deixe o arroz morno e passe no multi-processador (caso não tenha, bata tudo no liquidificador);
No processador (ou liquidificador) acrescente os ingredientes restantes, deixando o fermento por último, este misture com uma colher.
Distribua a massa em assadeira untada e enfarinhada.
A massa fica cremosa, de se espalhar com a colher.
Detalhe da massa
Depois de assada fica bem firme.
Virei a massa para colocar o recheio.
Depois recheei com atum, palmito, cebola, tomate, azeitonas queijo prato e mussarela.
Ficou ótima, a massa de arroz fica leve e de fácil digestão.
Um boa pedida para o fim de semana!
Beijos e até a próxima!!!
INGREDIENTES:
4 xícaras de arroz cozido;
1 xícara de maisena (ou creme ou farinha de arroz);
2 ovos;
2 colheres de sopa de óleo;
3 colheres de sopa de queijo ralado;
1/2 xícara de leite (água ou caldo de frango ou carne é uma opção para a massa sem lactose), caso ache que está seca acrescente líquido à massa;
1 colher de sopa de fermento químico;
Para o recheio ingredientes a gosto.
MODO DE PREPARO:
Deixe o arroz morno e passe no multi-processador (caso não tenha, bata tudo no liquidificador);
No processador (ou liquidificador) acrescente os ingredientes restantes, deixando o fermento por último, este misture com uma colher.
Distribua a massa em assadeira untada e enfarinhada.
A massa fica cremosa, de se espalhar com a colher.
Detalhe da massa
Virei a massa para colocar o recheio.
Depois recheei com atum, palmito, cebola, tomate, azeitonas queijo prato e mussarela.
Ficou ótima, a massa de arroz fica leve e de fácil digestão.
Um boa pedida para o fim de semana!
Beijos e até a próxima!!!
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